Texto publicado na Revista Afinal!
Homenagem ao Mestre Quintana
Homenagem ao Mestre Quintana:
A coisa
"A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita..."
segunda-feira, 24 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
Novíssima manhã nasce colorindo uma aquarela...
Teus olhos surgem vagarosamente ao leste de mim,
Tirando meus sonhos empoeirados do escuro.
Meu sorriso acende fagulhas em teus anseios sem fim...
Então precisamos inventar uma canção para o futuro
E cantar, cantar a plenos pulmões em nossa janela!
Cantar apenas, que a vida é breve e nosso amor é puro!
terça-feira, 18 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Chove...
Mas o dia continua árido.
Nada há que se renove,
A vida segue na retranca
E em contínua estagnação.
Parece que nada se move,
Até o vento resolveu cessar.
Chove...
Mas o deserto ainda habita o coração.
Olhos ansiosos se põe a esperar
Alguma boa novidade que prove
Que existe a fé e a boa sorte,
Que os milagres acontecem,
Que os astros se alinharão.
Mas o dia continua árido.
Nada há que se renove,
A vida segue na retranca
E em contínua estagnação.
Parece que nada se move,
Até o vento resolveu cessar.
Chove...
Mas o deserto ainda habita o coração.
Olhos ansiosos se põe a esperar
Alguma boa novidade que prove
Que existe a fé e a boa sorte,
Que os milagres acontecem,
Que os astros se alinharão.
Assinar:
Comentários (Atom)
