Homenagem ao Mestre Quintana
Homenagem ao Mestre Quintana:
A coisa
"A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita..."
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Um dia... um dia eu acordarei flutuando
Sem sentir o peso das horas
Sem ouvir qualquer ruído
Sem notar a angústia dos segundos indo embora.
Só haverá o majestoso silêncio de versos nunca ditos.
Um dia eu acordarei,
E simplesmente não haverá mais este vazio
Este imenso vazio...
Que neste mundo, só a poesia preenche.
Sem sentir o peso das horas
Sem ouvir qualquer ruído
Sem notar a angústia dos segundos indo embora.
Só haverá o majestoso silêncio de versos nunca ditos.
Um dia eu acordarei,
E simplesmente não haverá mais este vazio
Este imenso vazio...
Que neste mundo, só a poesia preenche.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Como era mágico, nos meus tempos de infância, quando ao ler um livro surgia uma palavra nova e desconhecida!
Era preciso ir à biblioteca da escola, pois não havia dicionário em casa.
Lá chegando, abria-se aquele volumoso livro, e com os olhos ávidos “caçava-se” a palavra, como quem desejasse apanhar uma borboleta.
Hoje, com a internet, seus dicionários e tradutores eletrônicos, não há mais essa magia... é como se as “borboletas” estivessem mortas e expostas em painéis de vidro....
Era preciso ir à biblioteca da escola, pois não havia dicionário em casa.
Lá chegando, abria-se aquele volumoso livro, e com os olhos ávidos “caçava-se” a palavra, como quem desejasse apanhar uma borboleta.
Hoje, com a internet, seus dicionários e tradutores eletrônicos, não há mais essa magia... é como se as “borboletas” estivessem mortas e expostas em painéis de vidro....
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Música que me emociona demais, pois me faz lembrar de minha querida avó, "Dona Tina"... Não tenho palavras pra dizer o que ela significou e sempre vai significar na minha vida. Foi a melhor pessoa que eu conheci nesse mundo.
Como ela se foi no ano passado, após 90 anos de vida e 30 ao meu lado, ainda não consegui me ajeitar direito nesse mundo sem ela... aí ouço essa música pra matar um pouco a saudade.
"De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minh'alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu
Se queres partir ir embora
Me olha da onde estiver..."
Como ela se foi no ano passado, após 90 anos de vida e 30 ao meu lado, ainda não consegui me ajeitar direito nesse mundo sem ela... aí ouço essa música pra matar um pouco a saudade.
"De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minh'alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu
Se queres partir ir embora
Me olha da onde estiver..."
Ontem uma pessoa amiga me perguntou o significado do nome que faz parte desse blog: APOENA. Respondi que é uma palavra da língua Tupi-Guarani, e que significa “aquele(a) que vê mais longe”. Depois da explicação, essa pessoa perguntou se meu nome (JARINA), também não teria origem indígena. Respondi que, igualmente, é uma palavra da língua Tupi-Guarani, mas para fazer uma brincadeira, eu falei que não revelaria o significado, que se quisesse saber, teria que procurar. Então essa pessoa fez mais uma pergunta: - E será que combina com você? Ao que eu respondi: - Não sei... procure o significado e depois me diga o que você achou...
Hoje pela manhã, tive uma grata surpresa ao receber dessa pessoa amiga, uma comparação entre o significado do meu nome e minha personalidade:
“- Bom, se você for comparada ao marfim vegetal, então acho que são idênticos, pois você tem personalidade forte, resistente, é uma pessoa persistente. Como Jarina se refere à planta e não só à semente, também são análogas, pois você possui um coração abarcante, grandioso, quer proteger a todos com quem vive e gosta, pois da palha da palmeira Jarina, era feito o telhado das casas dos ribeirinhos do Rio Amazonas.”
Fiquei boquiaberta e lisonjeada com tal analogia. Coisas desse tipo só acontecem uma vez na vida e não são esquecidas jamais. Por esse motivo, fiz este registro, com muita alegria, aqui no meu blog, pois percebo agora, que ele não será somente um mero receptor de ideias e palavras, mas também se tornará “o livro dos meus dias”.
Hoje pela manhã, tive uma grata surpresa ao receber dessa pessoa amiga, uma comparação entre o significado do meu nome e minha personalidade:
“- Bom, se você for comparada ao marfim vegetal, então acho que são idênticos, pois você tem personalidade forte, resistente, é uma pessoa persistente. Como Jarina se refere à planta e não só à semente, também são análogas, pois você possui um coração abarcante, grandioso, quer proteger a todos com quem vive e gosta, pois da palha da palmeira Jarina, era feito o telhado das casas dos ribeirinhos do Rio Amazonas.”
Fiquei boquiaberta e lisonjeada com tal analogia. Coisas desse tipo só acontecem uma vez na vida e não são esquecidas jamais. Por esse motivo, fiz este registro, com muita alegria, aqui no meu blog, pois percebo agora, que ele não será somente um mero receptor de ideias e palavras, mas também se tornará “o livro dos meus dias”.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Pensando bem, não. Não pediria para que fossem infinitos os versos do Quintana. Afinal de contas, eu sei que jamais vou TERMINAR de ler seus livros. - Ah, humilde Quintana! Não viraste apenas nome de rua. Para sempre serás o nosso grande poeta. Pois ao contrário de muitos, nunca precisaste de um título que te declarasse imortal. Tua obra te eternizou.
Cá estou eu fazendo algo que não pretendia fazer nesse blog... publicar coisas que não são de minha autoria. Mas como resistir aos "QUINTANARES"?
Se eu pudesse pedir que algo não tivesse fim, pediria que infinitos fossem os versos do Quintana!
A POESIA É NECESSÁRIA - MÁRIO QUINTANA
"Título de uma antiga seção do velho Braga na Manchete. Pois eu vou mais longe ainda do que ele. Eu acho que todos deveriam fazer versos. Ainda que saiam maus, não tem importância. É preferível, para a alma humana, fazer maus versos a não fazer nenhum. O exercício da arte poética representaria, no caso, como que um esforço de auto-superação. É fato consabido que esse refinamento do estilo acaba trazendo necessariamente o refinamento da alma."
Se eu pudesse pedir que algo não tivesse fim, pediria que infinitos fossem os versos do Quintana!
A POESIA É NECESSÁRIA - MÁRIO QUINTANA
"Título de uma antiga seção do velho Braga na Manchete. Pois eu vou mais longe ainda do que ele. Eu acho que todos deveriam fazer versos. Ainda que saiam maus, não tem importância. É preferível, para a alma humana, fazer maus versos a não fazer nenhum. O exercício da arte poética representaria, no caso, como que um esforço de auto-superação. É fato consabido que esse refinamento do estilo acaba trazendo necessariamente o refinamento da alma."
terça-feira, 14 de junho de 2011
Hoje recebi um bom dia de uma pessoa que adoro muito, e eis que essa pessoa me disse a seguinte frase: - tudo passa, até a gente passa. Achei a frase surpreendente, para uma conversa tão despretensiosa. Então, lembrei-me do Mário Quintana, que disse que às vezes a gente pensa estar dizendo bobagens, e está fazendo poesia... Mas neste caso, devo acrescentar que conversar com essa pessoa, mesmo sobre as coisas mais triviais, sempre foi e sempre será, um poema sem fim.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Eu estou plenamente feliz e grata por estar exatamente onde estou, vivendo as experiências que estou vivendo.
Hoje eu sei que sou uma vencedora.
Venci cada batalha que travei, mesmo que para isso, tenha sido necessário, antes perder.
Há muito tempo aprendi que ficar feliz ou triste, é uma escolha minha, não depende de ninguém, a não ser de mim mesma.
Aprendi que ninguém tem o poder de me magoar ou machucar, a não ser que eu permita... Então aprendi a não permitir.
Aprendi, que por mais que eu ame e queira ajudar as pessoas, só poderei ir até onde suas limitações permitirem. Aprendi a respeitar essas limitações e deixar que o tempo se encarregue daquilo que só ele pode fazer.
Aprendi que Deus fez os dias e as noites, neste ciclo exato, para que pudéssemos lutar, repousar e recomeçar, sempre... E para que viesse com cada recomeço uma nova esperança.
Percebi que, mesmo após tantos anos de evolução, a maioria das pessoas ainda não aprendeu essa lição básica, que os animais sabem muito bem: viver um dia de cada vez.
E continuo... E continuarei... aprendendo.
“Portanto, não andeis ansiosos pelo dia de amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal.” (Mat., 6; 33 e 34)
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