Homenagem ao Mestre Quintana


Homenagem ao Mestre Quintana:

A coisa

"A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita..."

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ontem uma pessoa amiga me perguntou o significado do nome que faz parte desse blog: APOENA. Respondi que é uma palavra da língua Tupi-Guarani, e que significa “aquele(a) que vê mais longe”. Depois da explicação, essa pessoa perguntou se meu nome (JARINA), também não teria origem indígena. Respondi que, igualmente, é uma palavra da língua Tupi-Guarani, mas para fazer uma brincadeira, eu falei que não revelaria o significado, que se quisesse saber, teria que procurar. Então essa pessoa fez mais uma pergunta: - E será que combina com você? Ao que eu respondi: - Não sei... procure o significado e depois me diga o que você achou...


Hoje pela manhã, tive uma grata surpresa ao receber dessa pessoa amiga, uma comparação entre o significado do meu nome e minha personalidade:

“- Bom, se você for comparada ao marfim vegetal, então acho que são idênticos, pois você tem personalidade forte, resistente, é uma pessoa persistente. Como Jarina se refere à planta e não só à semente, também são análogas, pois você possui um coração abarcante, grandioso, quer proteger a todos com quem vive e gosta, pois da palha da palmeira Jarina, era feito o telhado das casas dos ribeirinhos do Rio Amazonas.”

Fiquei boquiaberta e lisonjeada com tal analogia. Coisas desse tipo só acontecem uma vez na vida e não são esquecidas jamais. Por esse motivo, fiz este registro, com muita alegria, aqui no meu blog, pois percebo agora, que ele não será somente um mero receptor de ideias e palavras, mas também se tornará “o livro dos meus dias”.

Um comentário:

  1. Às vezes precisamos ir além da letra propriamente escrita... descobrir seu significado e mistérios e extrair sua essência.

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