Homenagem ao Mestre Quintana
Homenagem ao Mestre Quintana:
A coisa
"A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita..."
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Sim, tenho meus medos.
Às vezes são bem absurdos...
Só que nunca me entrego a eles.
Portanto, não deixe que eles te assustem.
São apenas resquícios de algumas mãos
Que não tiveram o menor cuidado,
Ao manejar um coração delicado...
Mãos despreparadas para segurar
Uma rosa vermelha e suave.
Mas então você apareceu...
E fui descobrindo alguém diferente,
Tão simples e tão especial,
Que demorei a acreditar
No que eu havia encontrado.
Por isso vesti uma armadura,
Pra me defender, nem sei de quê.
Porém já me despi desta indumentária.
Resolvi usar só a minha coragem,
Porque ela é minha peça favorita...
E também aquela que mais me cai bem.
Às vezes são bem absurdos...
Só que nunca me entrego a eles.
Portanto, não deixe que eles te assustem.
São apenas resquícios de algumas mãos
Que não tiveram o menor cuidado,
Ao manejar um coração delicado...
Mãos despreparadas para segurar
Uma rosa vermelha e suave.
Mas então você apareceu...
E fui descobrindo alguém diferente,
Tão simples e tão especial,
Que demorei a acreditar
No que eu havia encontrado.
Por isso vesti uma armadura,
Pra me defender, nem sei de quê.
Porém já me despi desta indumentária.
Resolvi usar só a minha coragem,
Porque ela é minha peça favorita...
E também aquela que mais me cai bem.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Hoje, estou exatamente há um ano sem a minha avó querida, minha mãe duas vezes, minha irmã, minha amiga de todas as horas.
Escrevi este poema ao lembrar da última noite que minha avó esteve comigo, que passei cuidando dela, com ela no meu colo.
E paro de escrever por aqui esta dedicatória, pois as lágrimas me impedem de continuar...
Volto meus olhos insistentes
Para tua face triste e cansada.
Fito teus olhos e digo baixinho:
Dorme agora, que a noite é nada.
Dorme agora, que estou aqui.
Dorme, que te protejo com meu amor.
Os passarinhos já anunciam a madrugada
E a luz do dia que está nascendo
Levará embora toda tua dor.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Eu já apanhei muito da vida. Sim... eu continuo indo parar na lona, muitas vezes.
Mas tem algo em mim, que muita gente chama de teimosia, do que decididamente discordo, que sempre me salva, pois eu sempre me ergo... e cada vez mais rápido. A cada dia que passa, me permito ficar menos tempo na lona.
Talvez por ter a percepção, cada vez mais clara, de que não há tempo para perder ali.
Ou talvez porque depois de tantas quedas, eu tenha aprendido que a lona, definitivamente, não é lugar para mim.
Mas tem algo em mim, que muita gente chama de teimosia, do que decididamente discordo, que sempre me salva, pois eu sempre me ergo... e cada vez mais rápido. A cada dia que passa, me permito ficar menos tempo na lona.
Talvez por ter a percepção, cada vez mais clara, de que não há tempo para perder ali.
Ou talvez porque depois de tantas quedas, eu tenha aprendido que a lona, definitivamente, não é lugar para mim.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Nos dias de hoje, existem muitos sentimentos por aí, disfarçados de amor. Mas não se engane... o amor sempre será muito raro e valioso. Jamais poderá ser banalizado, não importa quantos milhares mais de giros a terra dê. Amor é uma fórmula única e imutável, que não se submete às regras inventadas nesse mundo.
Portanto fique atento: não se iluda com sentimentos mascarados, mas também não deixe o amor batendo a sua porta sem ser atendido... A vida é muito curta e essa oportunidade pode não se repetir.
Portanto fique atento: não se iluda com sentimentos mascarados, mas também não deixe o amor batendo a sua porta sem ser atendido... A vida é muito curta e essa oportunidade pode não se repetir.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Tenho que confessar:
Não simpatizo muito com o ponto final.
Prefiro as reticências,
Pois elas sim, trazem incontáveis possibilidades.
Não gosto de pontuar, nem mesmo os finais felizes.
Talvez porque no fundo eu saiba,
Que na realidade, tudo é infinito.
O que existe são passagens
De um ciclo para outro,
Que apenas nos dão a ilusão de um fim...
Não simpatizo muito com o ponto final.
Prefiro as reticências,
Pois elas sim, trazem incontáveis possibilidades.
Não gosto de pontuar, nem mesmo os finais felizes.
Talvez porque no fundo eu saiba,
Que na realidade, tudo é infinito.
O que existe são passagens
De um ciclo para outro,
Que apenas nos dão a ilusão de um fim...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Um gosto um tanto adocicado
Me traz a tua lembrança,
E esta solidão faz costado
Com o manso entardecer deste pago.
Teu sorriso é um regalo
Entre estes versos e o silêncio
Que agora entrego ao horizonte.
O sol vai se despedindo despassito
E meu coração num reponte
Sai buscando teu olhar
Para que só depois eu possa
Adormecer... e minha alma serenar.
Me traz a tua lembrança,
E esta solidão faz costado
Com o manso entardecer deste pago.
Teu sorriso é um regalo
Entre estes versos e o silêncio
Que agora entrego ao horizonte.
O sol vai se despedindo despassito
E meu coração num reponte
Sai buscando teu olhar
Para que só depois eu possa
Adormecer... e minha alma serenar.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
No dia 03 de Outubro, há exatamente um mês atrás, escrevi:
"Sim, todos sabemos: tudo a seu tempo.
Mas quando é que vai chegar o meu tempo?
Quando enfim o presente do indicativo, conjugado na primeira pessoa do singular?"
Hoje, respondo a mim mesma:
Sim, todos sabemos: tudo a seu tempo.
E como o tempo é o senhor desta vida, não ouse questioná-lo.
Na hora certa, nem antes, nem depois: o presente do indicativo, conjugado em primeira pessoa, mas do plural.
"Sim, todos sabemos: tudo a seu tempo.
Mas quando é que vai chegar o meu tempo?
Quando enfim o presente do indicativo, conjugado na primeira pessoa do singular?"
Hoje, respondo a mim mesma:
Sim, todos sabemos: tudo a seu tempo.
E como o tempo é o senhor desta vida, não ouse questioná-lo.
Na hora certa, nem antes, nem depois: o presente do indicativo, conjugado em primeira pessoa, mas do plural.
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