Homenagem ao Mestre Quintana


Homenagem ao Mestre Quintana:

A coisa

"A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita..."

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O bom de ser balzaquiana é que a gente sabe direitinho quando é amada e quando não é. Também não é mais qualquer amor que nos satisfaz: ele tem que ser intenso, corajoso, encantador. 
Mas esse amor precisa ser expressado, não através de surpresas extravagantes, presentes deslumbrantes, ou manifestações grandiosas... E sim em pequenos gestos,  em minúsculos detalhes, durante o silencioso desenrolar do dia à dia.
Nessa fase, trocamos de bom grado os presentes materiais, as declarações públicas de afeto, o cavalheirismo galanteador, por olhares de compreensão, capacidade de diálogo, modestas demonstrações de carinho, e um coração sempre aberto ao entendimento.

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