O bom de ser balzaquiana é que a gente sabe direitinho quando é amada e quando não é. Também não é mais qualquer amor que nos satisfaz: ele tem que ser intenso, corajoso, encantador.
Mas esse amor precisa ser expressado, não através de surpresas extravagantes, presentes deslumbrantes, ou manifestações grandiosas... E sim em pequenos gestos, em minúsculos detalhes, durante o silencioso desenrolar do dia à dia.
Nessa fase, trocamos de bom grado os presentes materiais, as declarações públicas de afeto, o cavalheirismo galanteador, por olhares de compreensão, capacidade de diálogo, modestas demonstrações de carinho, e um coração sempre aberto ao entendimento.
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