A mulher tem que se cuidar, cuidar da pele, do cabelo, do corpo, tem que ser magra, bonita, ter uma boa aparência, mas tem que ser culta e equilibrada também, tem que estudar, trabalhar, ser independente, ter sua casa, seu carro, sua família, filhos, cuidar para que tudo esteja em ordem no seu lar, e ainda cuidar dos outros... Sem que sequer possamos perceber, cada vez mais surgem exigências e objetivos inalcançáveis, pois sempre vão existir novas imposições e cobranças. E o que me deixa mais preocupada, é que as mulheres estão simplesmente aceitando tudo isso, mesmo se sentindo exaustas, continuam em sua busca sem fim, como se fossem heroínas com superpoderes, esquecendo que são apenas seres humanos. Nada contra à determinação e à força de que somos dotadas, mas acredito que primeiramente precisamos tomar consciência de nossa situação atual e perceber que temos o direito de questioná-la, que temos o poder de rever nossos conceitos e avaliar o que realmente queremos. Temos o direito de escolher. Isso sim é liberdade, o resto é opressão.
Homenagem ao Mestre Quintana
Homenagem ao Mestre Quintana:
A coisa
"A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita..."
terça-feira, 28 de maio de 2013
A mulher tem que se cuidar, cuidar da pele, do cabelo, do corpo, tem que ser magra, bonita, ter uma boa aparência, mas tem que ser culta e equilibrada também, tem que estudar, trabalhar, ser independente, ter sua casa, seu carro, sua família, filhos, cuidar para que tudo esteja em ordem no seu lar, e ainda cuidar dos outros... Sem que sequer possamos perceber, cada vez mais surgem exigências e objetivos inalcançáveis, pois sempre vão existir novas imposições e cobranças. E o que me deixa mais preocupada, é que as mulheres estão simplesmente aceitando tudo isso, mesmo se sentindo exaustas, continuam em sua busca sem fim, como se fossem heroínas com superpoderes, esquecendo que são apenas seres humanos. Nada contra à determinação e à força de que somos dotadas, mas acredito que primeiramente precisamos tomar consciência de nossa situação atual e perceber que temos o direito de questioná-la, que temos o poder de rever nossos conceitos e avaliar o que realmente queremos. Temos o direito de escolher. Isso sim é liberdade, o resto é opressão.
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