De tempos em tempos
Meu coração bate desafinado,
Fora do tom.
Pois descobri que nele existe um lugar
Onde mora somente o vazio.
Por causa desse espaço,
As mesmas batidas já não formam o mesmo som.
E eu que sempre me orgulhei
De ocupar cada centímetro,
Até as mais extremas fronteiras
do meu peito afoito,
Agora percebo esse incômodo pedaço,
Que se não for preenchido,
Continuará falseando o compasso
Deste palpitar enternecido.
Homenagem ao Mestre Quintana
Homenagem ao Mestre Quintana:
A coisa
"A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita..."
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
É... Em tempos de msn e twitter, às vezes fica complicado fazer-se entender. Neste tipo de linguagem escrita, muitas vezes para quem lê, se torna difícil perceber as variáveis entre o tom das palavras de seu interlocutor, pois não há a musicalidade da voz.
Isso atrapalha muito a comunicação prática.
Já em se tratando de poesia, fazer-se entender, não tem a menor relevância.
A poesia é a arte de escrever sob um ponto de vista, para que isso seja desdobrado e interpretado a gosto.
Isso atrapalha muito a comunicação prática.
Já em se tratando de poesia, fazer-se entender, não tem a menor relevância.
A poesia é a arte de escrever sob um ponto de vista, para que isso seja desdobrado e interpretado a gosto.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Não sinta as coisas negativas como se sua vida fosse acabar no dia de hoje. Essa filosofia só vale para as coisas boas. Estas sim, devem ser vividas intensamente. Uma alegria deve ser sempre vivida como a última de nossas vidas, por mais pequena que seja. Mas para as coisas ruins que acontecem, o melhor remédio ainda é o tempo. O mundo vai continuar girando. O sol e a lua reaparecendo. E um dia, tudo vai mudar. Os frutos plantados amadurecerão e terão que ser colhidos. Apenas certifique-se de que as sementes que você está plantando são boas e de frutos doces... E saiba que resto não cabe a você.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Quantas camadas de hipocrisia nossas vidas são capazes de suportar? A minha vida, sei que não muitas. Eu deveria estar acostumada a conviver com a hipocrisia, deveria achar normal, ou pelo menos conseguir não me incomodar tanto. Mas não. Minha alma faz uma careta, toda vez que me deparo com a costumeira dissimulação das pessoas. Para estas pessoas, está tudo às mil maravilhas, se as coisas apenas parecerem com o que elas desejam. A realidade é atirada a um canto e lá agoniza, pedindo socorro. Nunca estivemos em uma época em que a verdade chocasse tanto. É por aí que podemos perceber o quanto a mentira tomou conta de tudo. E assim, meus dias se tornam cada vez mais difíceis, pois tenho o triste vício de enxergar além deste arraigado limite do “parecer”, e pior, o infeliz hábito de falar a verdade. Aliás, falar a verdade me rende muito mais aborrecimentos, pois muitas vezes quando faço isso, me sinto como se fosse um ET que caiu aqui na terra, e está desavisadamente, dizendo coisas proibidas. Mas não adianta, me dou mal e não aprendo. Continuo falando sobre o que é real, como se estivesse gritando a plenos pulmões para que alguém, alguém neste imenso deserto de aparências me escutasse. Será que alguém pode me ouvir? Se puder, abra os ouvidos, arregale os olhos, mas veja: As pessoas são imperfeitas. Todas elas. Sem exceção. Todos cometem erros. Faz parte da triste condição humana a que fomos submetidos. Então, não há nada de extra terreno se você errar e tiver defeitos. Não tente encobri-los, pois se você o fizer, estará dizendo sim a um mundo onde fazer de conta é o bastante. Fazer de conta que trabalha, por exemplo. Cumprir o horário, puxar o saco do chefe e não se importar o mínimo com a qualidade do trabalho que realiza. Para muitas pessoas isso basta. Aliás, isso basta não só para o funcionário que faz esse papel, mas o próprio chefe exige: se parecer que ele tem bons subordinados é o suficiente. Caso contrário, como ficaria a sua imagem? Imagem... É o que conta. E no mundo da política podemos multiplicar isso por mil. Não importa o que a pessoa é de verdade. Só o que importa é a fama que conseguiu conquistar. Está tudo certíssimo, desde que nada pegue mal aos olhos alheios. Estou chovendo no molhado? Estou. Infelizmente. Botar a boca no mundo não resolve? Acho que não. Mas o que me resta? Pelo menos alivio o nó na minha garganta. Porque o embrulho no estômago... Esse não vai passar enquanto eu tiver que conviver com tanta hipocrisia. Minha vida não suporta sequer, mais uma leve camada.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Talvez por ser uma pessoa simples, também tudo que escrevo seja permeado de simplicidade.
Cada linha que escrevo, é como se fosse uma partícula que se desprende de mim, mas que ao invés de me fazer falta, misteriosamente, só me acrescenta.
Aquilo que sou, está sempre em constante mudança, e espero que continue assim, para o bem da minha evolução como ser humano. Então, somente quando escrevo, consigo capturar o que sou em determinado momento, e não deixar que isso simplesmente passe, mas que fique aqui, eternizado. Pois além de escrever o que sinto, sobretudo escrevo o que sou.
Portanto, aparecem sim, meus erros e cacoetes, mas justamente por serem só meus, são também autênticos.
Escrevo sem pretensão alguma, a não ser alimentar esse meu vício, aliás, o único que tenho.
Não sigo nenhum estilo preexistente, ao contrário, quero passear por todos, misturá-los, inventar algo novo. E quem disse que não é permitido? Escrever não é uma ciência exata, (graças a Deus) e não conheço nada mais livre que as palavras.
O pouco tempo que tenho para escrever e também minha objetividade exacerbada, me impedem de escrever em prosa, ou mesmo poemas longos. Então escrevo só o necessário e suficiente para expressar o que preciso dizer. Se eu conseguir fazer isso com uma frase, tudo bem, punto y basta.
Só não gosto quando as pessoas visitam meu blog e depois me dizem para escrever textos mais extensos, ou "continuar" meus poemas. Continuar o que? Continuar para quê? Se tudo que eu queria expressar já está ali? Como algo tão subjetivo como um poema, por exemplo, poderia ser avaliado (se isso fosse possível), pela quantidade de palavras que contém? Será que ainda estou na escola e preciso escrever a exata quantidade de linhas que a professora estabeleceu, não importando os excessos que eu tenha que cometer para cumprir a tarefa?
Além do mais, se a forma ou o conteúdo do que escrevo agradará os possíveis leitores, esta já é outra história. Neste momento, o que importa para mim em primeiro lugar, é tentar não assassinar a gramática, já tão ferida de morte e por tantas pessoas... Em segundo lugar, pretendo apenas deixar que as palavras fluam, do jeitinho que vierem. É isso que me dá uma sensação maravilhosa e única. Sem mais delongas.
Cada linha que escrevo, é como se fosse uma partícula que se desprende de mim, mas que ao invés de me fazer falta, misteriosamente, só me acrescenta.
Aquilo que sou, está sempre em constante mudança, e espero que continue assim, para o bem da minha evolução como ser humano. Então, somente quando escrevo, consigo capturar o que sou em determinado momento, e não deixar que isso simplesmente passe, mas que fique aqui, eternizado. Pois além de escrever o que sinto, sobretudo escrevo o que sou.
Portanto, aparecem sim, meus erros e cacoetes, mas justamente por serem só meus, são também autênticos.
Escrevo sem pretensão alguma, a não ser alimentar esse meu vício, aliás, o único que tenho.
Não sigo nenhum estilo preexistente, ao contrário, quero passear por todos, misturá-los, inventar algo novo. E quem disse que não é permitido? Escrever não é uma ciência exata, (graças a Deus) e não conheço nada mais livre que as palavras.
O pouco tempo que tenho para escrever e também minha objetividade exacerbada, me impedem de escrever em prosa, ou mesmo poemas longos. Então escrevo só o necessário e suficiente para expressar o que preciso dizer. Se eu conseguir fazer isso com uma frase, tudo bem, punto y basta.
Só não gosto quando as pessoas visitam meu blog e depois me dizem para escrever textos mais extensos, ou "continuar" meus poemas. Continuar o que? Continuar para quê? Se tudo que eu queria expressar já está ali? Como algo tão subjetivo como um poema, por exemplo, poderia ser avaliado (se isso fosse possível), pela quantidade de palavras que contém? Será que ainda estou na escola e preciso escrever a exata quantidade de linhas que a professora estabeleceu, não importando os excessos que eu tenha que cometer para cumprir a tarefa?
Além do mais, se a forma ou o conteúdo do que escrevo agradará os possíveis leitores, esta já é outra história. Neste momento, o que importa para mim em primeiro lugar, é tentar não assassinar a gramática, já tão ferida de morte e por tantas pessoas... Em segundo lugar, pretendo apenas deixar que as palavras fluam, do jeitinho que vierem. É isso que me dá uma sensação maravilhosa e única. Sem mais delongas.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Faço versos como quem brinca de pique-esconde com as palavras. Quando procuro por elas... se escondem. Quando não estou prestando atenção, aparecem fazendo firula.
São danadas as palavras, cheias de caprichos, como crianças mimadas.
Tudo bem, elas recebem meus mimos e toda a minha paciência.
Afinal de contas, meu vício é que depende delas... o que me torna também, uma dependente direta.
Por isso, continuo sempre nesse divertido jogo de pique-esconde, pois as palavras só se entregam a quem souber entender e aceitar suas travessuras.
São danadas as palavras, cheias de caprichos, como crianças mimadas.
Tudo bem, elas recebem meus mimos e toda a minha paciência.
Afinal de contas, meu vício é que depende delas... o que me torna também, uma dependente direta.
Por isso, continuo sempre nesse divertido jogo de pique-esconde, pois as palavras só se entregam a quem souber entender e aceitar suas travessuras.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Têm dias, que tentam insistentemente sufocar a poesia que mora em mim. Têm dias, que não dão chance alguma, para que eu possa trazer uns versos a mais para este mundo. Têm dias, que querem engessar os meus sonhos, teimando em afirmar que o "não pode ser" é mais forte.
E o tempo, senhor dos dias, corre contra nossas vidas.
Ah! Mas existe um detalhe que me salva: eu sou ainda mais teimosa!
Teimo em fazer nascer, da terra seca e pedregosa dos dias mais comuns, cheios de afazeres corriqueiros, algumas flores, mesmo que pequeninas e simplórias.
Então, quando o tempo finalmente me vencer, e minha vida chegar ao fim, poderei voltar meus olhos para trás e contemplar meu humilde jardim... e tudo terá valido à pena.
E o tempo, senhor dos dias, corre contra nossas vidas.
Ah! Mas existe um detalhe que me salva: eu sou ainda mais teimosa!
Teimo em fazer nascer, da terra seca e pedregosa dos dias mais comuns, cheios de afazeres corriqueiros, algumas flores, mesmo que pequeninas e simplórias.
Então, quando o tempo finalmente me vencer, e minha vida chegar ao fim, poderei voltar meus olhos para trás e contemplar meu humilde jardim... e tudo terá valido à pena.
terça-feira, 19 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Ontem à noite, passeando pela antologia do mestre Quintana, me deparei com alguns versos avulsos, com o seguinte título: "Apontamentos para um poema".
Em se tratando do mestre, duvido que ele não soubesse que não se pode apenas fazer algumas anotações e deixar o poema para depois.
O poema sofre de uma pressa mortal e nunca espera. Nós, que temos esse vício de compor alguns versos, é que esperamos pacientemente, por aquele breve momento em que as palavras se revelam em uma dança mágica e única.
Em se tratando do mestre, duvido que ele não soubesse que não se pode apenas fazer algumas anotações e deixar o poema para depois.
O poema sofre de uma pressa mortal e nunca espera. Nós, que temos esse vício de compor alguns versos, é que esperamos pacientemente, por aquele breve momento em que as palavras se revelam em uma dança mágica e única.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Acho que todo mundo tem um pouco de poeta. A prova disso é que no meu dia à dia, durante as conversas mais corriqueiras, leio e ouço coisas, que aos meus olhos, são pura poesia... como por exemplo essa frase:
"Prefiro sofrer te vendo, do que te ver sofrendo."
Realmente, percebo cada vez mais, que a poesia está em tudo, mas sobretudo, no amor... e como escreveu o mestre Quintana, "todos os poemas são de amor."
"Prefiro sofrer te vendo, do que te ver sofrendo."
Realmente, percebo cada vez mais, que a poesia está em tudo, mas sobretudo, no amor... e como escreveu o mestre Quintana, "todos os poemas são de amor."
Perdi completamente a paciência para o sofrimento.
Definitivamente, não tenho vocação para levar a minha vida como se ela fosse um enredo de novela mexicana.
Com o tempo, e depois de muitas lágrimas em vão, passei a cansar muito rápido, de tudo aquilo que possa vir a me fazer mal.
Amor próprio também é algo que se aprende.
Definitivamente, não tenho vocação para levar a minha vida como se ela fosse um enredo de novela mexicana.
Com o tempo, e depois de muitas lágrimas em vão, passei a cansar muito rápido, de tudo aquilo que possa vir a me fazer mal.
Amor próprio também é algo que se aprende.
terça-feira, 12 de julho de 2011
A partícula "SE"
Existe coisa mais inútil no português ou na vida, do que a partícula "SE" quando usada em algumas expressões, como conjunção adverbial condicional?
"SE" as pessoas fossem diferentes... "SE" a situação fosse outra... "SE" eu pudesse voltar no tempo... Pois pra mim,"SE" é pior que o quase. É a partícula usada como consolo quando não existe possibilidade, ou como desculpa quando não existe vontade. Ou seja, somente quando o "SE" não pode ser.
Existe coisa mais inútil no português ou na vida, do que a partícula "SE" quando usada em algumas expressões, como conjunção adverbial condicional?
"SE" as pessoas fossem diferentes... "SE" a situação fosse outra... "SE" eu pudesse voltar no tempo... Pois pra mim,"SE" é pior que o quase. É a partícula usada como consolo quando não existe possibilidade, ou como desculpa quando não existe vontade. Ou seja, somente quando o "SE" não pode ser.
Caio Fernando de Abreu explica aqui, exatamente os motivos pelos quais eu escrevo:
"(...) Se não gostar de ler, como vai gostar de escrever? Ou escreva então para destruir o texto, mas alimente-se. Fartamente. Depois vomite. Pra mim, e isso pode ser muito pessoal, escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta (...)" "Escrever - e você sabe disso - pode eliminar essa sensação de gratuidade no existir, de coisas o tempo todo fugindo e se transformando em passado. Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva (ou a ilusão de um sentido, que importa?), então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração, as vísceras, expõe tudo, grita, esperneia - no papel." "Isso é escrever. Tira sangue com as unhas. E não importa a forma, não importa a "função social", nem nada, não importa que, a princípio, seja apenas uma espécie de auto-exorcismo. Mas tem que sangrar a-bun-dan-te-men-te. Você não está com medo dessa entrega? Porque dói, dói, dói. É de uma solidão assustadora."
(Caio Fernando Abreu)
"(...) Se não gostar de ler, como vai gostar de escrever? Ou escreva então para destruir o texto, mas alimente-se. Fartamente. Depois vomite. Pra mim, e isso pode ser muito pessoal, escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta (...)" "Escrever - e você sabe disso - pode eliminar essa sensação de gratuidade no existir, de coisas o tempo todo fugindo e se transformando em passado. Eu acho então que se escrever te dá um sentido para estar viva (ou a ilusão de um sentido, que importa?), então vai e escreve e diz tudo e rasga o coração, as vísceras, expõe tudo, grita, esperneia - no papel." "Isso é escrever. Tira sangue com as unhas. E não importa a forma, não importa a "função social", nem nada, não importa que, a princípio, seja apenas uma espécie de auto-exorcismo. Mas tem que sangrar a-bun-dan-te-men-te. Você não está com medo dessa entrega? Porque dói, dói, dói. É de uma solidão assustadora."
(Caio Fernando Abreu)
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Quintana, com sua incrível capacidade de dizer tanto em apenas uma linha, de fazer poemas imensos em significado e com apenas um verso, teria adorado o twitter e seus 140 caracteres. Porém teria odiado seu propósito inicial, pois ao ler a frase - What’s happening? – resmungaria em versos: - ora, meta-se com a sua vida!
Aliás, o Quintana já "twittava" na sua coluna (Caderno H), há décadas antes de inventarem o twitter!
Aliás, o Quintana já "twittava" na sua coluna (Caderno H), há décadas antes de inventarem o twitter!
terça-feira, 5 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Primeira frase que li no twitter hoje cedo: “O que é verdadeiro volta? Não. O que é verdadeiro não vai. O que é verdadeiro, permanece.”
Sabedoria de almanaque, diriam os antigos... Bobagens de twitter dirão os modernos e conectados.
Porém, não importa sua procedência, eu sei reconhecer uma verdade quando ela aparece, e essa frase foi pra mim como uma pancada no estômago.
É, na maioria das vezes, a verdade não chega suavemente. Ao contrário, é como um despertador que nos assusta no meio do sono, mas nos faz acordar.
Eu, pelo menos, posso contar com uma grande vantagem: a de não ter medo da verdade.
Então, prefiro encará-la de frente e imediatamente: Quem tem sentimentos verdadeiros não te abandona nos momentos difíceis, não se afasta por mais que a situação seja assustadora... não desiste, não se entrega, não foge. Quando os sentimentos são verdadeiros, vencem o medo e qualquer outro obstáculo.
Verdade dita, verdade compreendida... verdade aceita.
Sabedoria de almanaque, diriam os antigos... Bobagens de twitter dirão os modernos e conectados.
Porém, não importa sua procedência, eu sei reconhecer uma verdade quando ela aparece, e essa frase foi pra mim como uma pancada no estômago.
É, na maioria das vezes, a verdade não chega suavemente. Ao contrário, é como um despertador que nos assusta no meio do sono, mas nos faz acordar.
Eu, pelo menos, posso contar com uma grande vantagem: a de não ter medo da verdade.
Então, prefiro encará-la de frente e imediatamente: Quem tem sentimentos verdadeiros não te abandona nos momentos difíceis, não se afasta por mais que a situação seja assustadora... não desiste, não se entrega, não foge. Quando os sentimentos são verdadeiros, vencem o medo e qualquer outro obstáculo.
Verdade dita, verdade compreendida... verdade aceita.
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