Talvez por ser uma pessoa simples, também tudo que escrevo seja permeado de simplicidade.
Cada linha que escrevo, é como se fosse uma partícula que se desprende de mim, mas que ao invés de me fazer falta, misteriosamente, só me acrescenta.
Aquilo que sou, está sempre em constante mudança, e espero que continue assim, para o bem da minha evolução como ser humano. Então, somente quando escrevo, consigo capturar o que sou em determinado momento, e não deixar que isso simplesmente passe, mas que fique aqui, eternizado. Pois além de escrever o que sinto, sobretudo escrevo o que sou.
Portanto, aparecem sim, meus erros e cacoetes, mas justamente por serem só meus, são também autênticos.
Escrevo sem pretensão alguma, a não ser alimentar esse meu vício, aliás, o único que tenho.
Não sigo nenhum estilo preexistente, ao contrário, quero passear por todos, misturá-los, inventar algo novo. E quem disse que não é permitido? Escrever não é uma ciência exata, (graças a Deus) e não conheço nada mais livre que as palavras.
O pouco tempo que tenho para escrever e também minha objetividade exacerbada, me impedem de escrever em prosa, ou mesmo poemas longos. Então escrevo só o necessário e suficiente para expressar o que preciso dizer. Se eu conseguir fazer isso com uma frase, tudo bem, punto y basta.
Só não gosto quando as pessoas visitam meu blog e depois me dizem para escrever textos mais extensos, ou "continuar" meus poemas. Continuar o que? Continuar para quê? Se tudo que eu queria expressar já está ali? Como algo tão subjetivo como um poema, por exemplo, poderia ser avaliado (se isso fosse possível), pela quantidade de palavras que contém? Será que ainda estou na escola e preciso escrever a exata quantidade de linhas que a professora estabeleceu, não importando os excessos que eu tenha que cometer para cumprir a tarefa?
Além do mais, se a forma ou o conteúdo do que escrevo agradará os possíveis leitores, esta já é outra história. Neste momento, o que importa para mim em primeiro lugar, é tentar não assassinar a gramática, já tão ferida de morte e por tantas pessoas... Em segundo lugar, pretendo apenas deixar que as palavras fluam, do jeitinho que vierem. É isso que me dá uma sensação maravilhosa e única. Sem mais delongas.
Cada linha que escrevo, é como se fosse uma partícula que se desprende de mim, mas que ao invés de me fazer falta, misteriosamente, só me acrescenta.
Aquilo que sou, está sempre em constante mudança, e espero que continue assim, para o bem da minha evolução como ser humano. Então, somente quando escrevo, consigo capturar o que sou em determinado momento, e não deixar que isso simplesmente passe, mas que fique aqui, eternizado. Pois além de escrever o que sinto, sobretudo escrevo o que sou.
Portanto, aparecem sim, meus erros e cacoetes, mas justamente por serem só meus, são também autênticos.
Escrevo sem pretensão alguma, a não ser alimentar esse meu vício, aliás, o único que tenho.
Não sigo nenhum estilo preexistente, ao contrário, quero passear por todos, misturá-los, inventar algo novo. E quem disse que não é permitido? Escrever não é uma ciência exata, (graças a Deus) e não conheço nada mais livre que as palavras.
O pouco tempo que tenho para escrever e também minha objetividade exacerbada, me impedem de escrever em prosa, ou mesmo poemas longos. Então escrevo só o necessário e suficiente para expressar o que preciso dizer. Se eu conseguir fazer isso com uma frase, tudo bem, punto y basta.
Só não gosto quando as pessoas visitam meu blog e depois me dizem para escrever textos mais extensos, ou "continuar" meus poemas. Continuar o que? Continuar para quê? Se tudo que eu queria expressar já está ali? Como algo tão subjetivo como um poema, por exemplo, poderia ser avaliado (se isso fosse possível), pela quantidade de palavras que contém? Será que ainda estou na escola e preciso escrever a exata quantidade de linhas que a professora estabeleceu, não importando os excessos que eu tenha que cometer para cumprir a tarefa?
Além do mais, se a forma ou o conteúdo do que escrevo agradará os possíveis leitores, esta já é outra história. Neste momento, o que importa para mim em primeiro lugar, é tentar não assassinar a gramática, já tão ferida de morte e por tantas pessoas... Em segundo lugar, pretendo apenas deixar que as palavras fluam, do jeitinho que vierem. É isso que me dá uma sensação maravilhosa e única. Sem mais delongas.
Não poderia ser diferente amiga!!! bjs
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