Ando dia e noite vagando
Pelos quatro cantos da minha alma.
Procuro uma esperança há tempos perdida,
Mas só encontro lembranças empoeiradas
E a mesma solidão... minha velha conhecida.
Neste momento, olho para minha mão
Que parece voltar tão vazia...
Porém não te enganes, é preciso olhar com calma:
Aos poucos tu verás que ela está repleta,
Estendo-te meus versos em sua palma!
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