"A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita..."
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Estes meus versos, Que nasceram de ti E te foram entregues pelo vento, Te deixaram todo prosa! Neles havia um quê de saudade, A intensidade deste momento, Um cheiro de mato e de chuva, A meia luz de um fim de tarde E a suavidade de uma rosa.
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